Arquivo para Janeiro 3rd, 2008

03
Jan
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Entenda o que é e como funciona a biometria

DIÓGENES MUNIZ da Folha Online

“Seu corpo é sua senha”. É desse princípio que parte a biometria. A palavra vem do grego: bios (vida) metron (medida). Trata-se de um estudo estatístico das qualidades comportamentais e físicas do ser humano. Na era do acesso –e principalmente do controle dele–, biometria virou sinônimo de instrumento de segurança. Hoje, o termo refere-se principalmente ao uso do corpo (impressões digitais, por exemplo) em mecanismos de identificação.

Aparelhos que lêem a íris para controle de acesso estão cada vez mais freqüentes

Segundo o dicionário “Michaelis”, biometria é a ciência da aplicação de métodos de estatística quantitativa a fatos biológicos. Apesar de carregar um discurso cheio de “tecnologês”, o conceito é tão velho e básico quanto a capacidade do homem de distinguir seus semelhantes fisicamente. No caso da identificação biométrica, porém, delega-se a função de diferenciar a uma máquina.Os aparelhos biométricos funcionam por meio da captura de amostras do ser humano –íris, retina, dedo, rosto, veias da mão, voz e até odores do corpo. Essa amostra é transformada em um padrão, que poderá ser comparado para futuras identificações. A biometria se baseia na idéia de que alguns traços físicos são exclusivos de cada ser e os transforma em padrões. A técnica foca as chamadas “mensurações unívocas” do ser humano.

Leitor de íris instalado em clínica de São Paulo registra clientes Controle de ponto,

identificação criminal e regulamentação de acesso são os usos mais comuns da tecnologica.

As possibilidades de utilização da biometria são proporcionais a suas implicações éticas. A introdução cada vez mais acelerada da tecnologia no dia-a-dia suscita discussões acaloradas sobre vigilância da sociedade e restrição da privacidade dos cidadãos.HistóricoOs primórdios da biometria acumulam pelo menos um milênio, segundo relata o especialista Ricardo Yagi, da empresa focada em aparelhos biométricos ID-Tech. Na dinastia Tang (800 D.C.), na China, impressões digitais eram grafadas no barro para confirmar a identidade do indivíduo em transações comerciais. Em 1686, na Espanha, o professor de anatomia Marcelo Malpighi pesquisou com detalhes as linhas, curvas e espirais da impressão digital para que, em 1892, Francis Galton, um antropólogo inglês, publicasse a primeira classificação dos tipos de impressão digital –utilizados até hoje. Yagi conta ainda que a impressão digital em tinta é usada para reconhecimento civil e criminal há ao menos cem anos. O FBI (Polícia Federal Americana) controla mais de 200 milhões de impressões digitais em seus bancos de dados há cerca de 30 anos.

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Especial

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Enquete: Dá para confiar na biometria?

03
Jan
08

Universos Paralelos

Folha Online – Ciência – Físicos tentam desvendar o conceito dos “universos paralelos” – 30/12/2007

“Popularizada por obras de ficção científica como “Jornada nas Estrelas” ou então pelo recente filme “A Bússola de Ouro”, primeira parte da trilogia escrita por Philip Pullman, o conceito dos universos paralelos desperta um grande interesse por parte dos mais sérios cientistas do planeta.

“A idéia de vários universos simultâneos é mais do que uma invenção fantástica. Parece natural em várias teorias e merece ser levada em conta”, afirma o astrofísico Aurélien Barrau no número de dezembro da revista “Cern Courier”, publicada pela Organização Européia para a Pesquisa Nuclear.

“Estes universos múltiplos não são apenas teoria, e sim as conseqüências de teorias elaboradas para responder a questões de física das partículas ou da gravitação. Muitos problemas centrados na física teórica encontram assim uma explicação natural”, resume o cientista do Laboratório de Física Subatômica e Cosmologia.

“Nosso Universo seria apenas uma ilhota insignificante dentro de um imenso ‘multiverso’ infinitamente vasto e diversificado? Se for verdade, isso pode ser para o homem, que durante muito tempo acreditou que era o centro do mundo ou o centro da criação, a quarta ferida narcisista”, prosseguiu, explicando que as três primeiras feridas teriam sido causadas por Copérnico, Darwin e Freud.

Imaginar que existem vários universos responderia a uma das grandes perguntas dos físicos: Por que motivo –fora acreditar em Deus– nosso universo, se fosse o único existente, teria precisamente as leis e as constantes físicas que teriam permitido o surgimento de astros, de planetas e finalmente de vida?

Paradoxos

A idéia de universos paralelos foi introduzida em 1957 pelo físico americano Hugh Everett, para interpretar certas raridades –para o sentido comum– da física quântica.
Dessa maneira, é possível encontrar partículas numa espécie de superposição de estados. O exemplo clássico e o do gato que pode estar vivo e pode estar morto ao mesmo tempo dentro da caixa que serve de exemplo e paradoxo da teoria pronunciada por um dos “pais” da física quântica, Erwin Schrödinger.
Apenas um dos estados se torna realidade no momento de uma observação. Dessa maneira, não se criam outras possibilidades em outros tantos universos? Hugh Everett e outros cientistas acreditam que sim.
Existiriam então vários universos paralelos que poderiam ter um passado comum, antes de divergir para outro possível e diferente…”

… Quem gostou da primeira metade do filme Quem somos nós (What the bleep do we know) vai curtir o documentário da BBC Universos Paralelos. Ele versa sobre a mais nova teoria da física que uniu a teoria das super cordas com a teoria da super gravidade, a “Teoria M”, que tenta explicar o que veio ANTES do Big-Bang.


Um amigo que me apresentou o documentário disse “O que me impressionou foi que os físicos chegaram à conclusão que, para o universo ser sustentável matematicamente, ele precisa necessariamente ter 11 dimensões. E que na verdade o big-bang não foi a explosão de uma singularidade, mas sim o choque entre duas dimensões.

Conclui que nosso universo é na verdade um Multiverso, com infinitos ‘universos’. O mais lindo é que os físicos já trabalham com a certeza (probabilística) de que existem várias outras civilizações no Multiverso”. Tudo isso apresentado de uma forma dinâmica e fácil de absorver, embora o assunto seja complicado por natureza.

Devo lembrar novamente que estas idéias malucas não saem da mente de jovens entediados que acham que sabem alguma coisa de Física, mas sim das jovens mentes dos maiores expoentes mundiais da Física. Só.

Aproveitando o tema, destaco um determinado trecho do documentário:”Os outros universos são paralelos ao nosso, e talvez bem próximos também, mas dos quais nós nunca tivemos consciência. Eles talvez sejam completamente diferentes com leis naturais completamente distintas atuando. (…) O último entendimento do multi-universo é que possa haver um infinito número de universos, cada um com diferentes leis da física. Nosso Universo poderia ser apenas uma bolha flutuando num oceano de outras bolhas”.

Isso me lembrou muito um trecho da psicografia do espírito Luiz Sérgio à sua família, “O mundo que encontrei“, onde ele conta sobre a adaptação no “lado de lá”:”Hoje, já não tenho mais medo de atrapalhar-me, porque entendi que tudo não passou de uma transformação e que o choque sofrido não podia ser conseqüência grave para mim, porque ele foi físico. Eu agora não tenho mais corpo físico, mais ainda tenho corpo. Interessante observar as propriedades deste corpo. São inteiramente diversas, no campo físico, das que tinha antes. Se dois corpos não podiam ocupar o mesmo espaço, agora podem, já que eu posso me incorporar em ‘massa física’ se ela me repele. Então, eu a contorno, buscando uma superfície não repelente: aí eu atravesso.

Interessante como a pseudogravidade não atinge de maneira direta. Há uma força dentro de mim que anula qualquer atração e eu posso afastar-me do chão da Terra. Aliás, há outros chãos que nós não sabíamos. Eu nunca imaginei como seria e gostaria de contar, mas estou achando difícil. Se você conhecesse bem a Física, talvez eu pudesse explicar melhor. Há uma densidade relativa na matéria que circunda a Terra e nela a gente se apóia para firmar os passos. Conforme caminhamos, pode acontecer que não se consiga mais apoio e corre-se o risco de ‘afundar’, como nas águas. Nosso corpo não agüenta a rarefação. Então, voltamos para um lugar mais firme em relação à nossa densidade. Não sei se vai ser sempre assim. Talvez aprenda medidas que me tornem capaz de poder transitar nesses lugares que ainda estão interditados para mim, devido à inexperiência”.

Me lembrou também um certo trecho do livro Na próxima dimensão, de Carlos A. Baccelli:”- Entramos em algum ‘buraco negro’?- Sim, o que os homens têm chamado de Antiuniverso, ou Universo Paralelo…- Que beleza extraordinária! – exclamei. – Tenho a impressão de que estamos navegando no mar; a nossa nave espacial parece singrar determinadas ondas cósmicas! …Nielsen sorriu e concordou. Bolhas flutuando, de cores inimagináveis e formatos variados, pairavam no Espaço – de todos os tamanhos e consistências…
- Algumas dessas ‘bolhas’, Doutor, são habitadas…”

Está provada a existência de universos paralelos, de acordo com uma descoberta matemática de cientistas de Oxford
A primeira teoria do universo paralelo, proposta em 1950 pelo físico Norte Americano Hugh Everett, ajuda a explicar os mistérios da mecânica quântica que durante décadas permanecerá uma incógnita. No universo de “inúmeros mundos” de Everett, cada vez que uma possibilidade física é explorada, o universo divide-se. Atribuindo-se um número de possíveis resultados, cada qual é descriminado – no seu próprio universo.
Um motorista que não morra por um triz, por exemplo, pode sentir-se aliviado pela sua sorte, mas num universo paralelo ele pode ter morrido. Ainda outro universo irá assistir à recuperação do motorista depois de ser tratado no hospital. O número de possíveis cenários é infinito.
A ideia é bizarra, e por isso mesmo relegada por muitos experts na matéria. Mas uma pesquisa de Oxford empresta uma resposta matemática aos enigmas quânticos que não pode ser facilmente descartada, sugerindo que o Dr. Everett – estudante de Phd na Princeton University quando inventou a teoria – estava no caminho certo. Comentando na revista New Scientist, o Dr. Andy Albrecht, físico da University of California, afirma: “Esta pesquisa é um dos mais importantes avanços na história da ciência”.
De acordo com a mecânica quântica, a uma escala sub-atômica, não se pode afirmar que algo existe até que seja observado. Até agora observou-se que as partículas ocupam estados nebulosos de “superposição”, nos quais poderão ter spins simultâneos para “cima” e para “baixo”, ou se apresentem em diferentes locais ao mesmo tempo.
A observação parece “aprisionar” um estado particular da realidade, da mesma forma que se pode dizer que uma moeda que gira é “cara” ou “coroa” quando é apanhada. De acordo com a mecânica quântica, as partículas não-observadas são descritas por “funções de onda”, representando uma quantidade de múltiplos estados “prováveis”. Quando o observador mede, a partícula se acomoda a uma dessas múltiplas opções.
A equipe de Oxford, liderada pelo Dr. David Deutsch, mostrou matemáticamente que a estrutura tipo “arbusto” – criada pelo universo que se divide em paralelas versões de si mesma – pode explicar a natureza de probabilidades dos resultados quânticos.
Fonte: My tourette;Telegraph.co.uk
03
Jan
08

e-Reality – Estruturas

A Estrutura Mais Básica da e-Reality é o que denominamos, genericamente, como Fenômeno Computacional ou Fenômeno Virtual, apresentando duas especializações:
  1. A Computação: virtualizada/automatizada/implementada através de Algoritmos, é uma visão dinâmica de um Fenômeno Computacional; e
  2. A Informação: virtualizada/automatizada/implementada através de Estruturas de Dados, é a uma visão estática de um Fenômeno Computacional.

Computação e Informação são, como vimos acima, formas de visualização (dinâmica ou estática) dos Fenômenos Computacionais e serão tratadas a partir desse momento, por simplificação, como Computação.

A Computação pode então ser especializada em:

  1. Computação Clássica;
  2. Computação Pragmática;
  3. Computação Natural;
  4. Robótica ou Mecatrônica ou Computação Robótica ou Computação Artificial; e
  5. Cibernética ou Computação Cibernética (Híbrida, Aumentada, Estendida)

A Computação Natural, conforme estabelecido em [XXX] se especializa em:

  1. Computação Inspirada na Nauteza;
  2. Computação Com Mecanismos Naturais; e
  3. Computação Explicativa da Natureza.

A essas três formas de “Computação Natural” estamos propondo a agregação da Computação Simulativa da Natureza e, de forma mais precisa, passaremos a ver a Computação Robótica como uma extensão (especialização) da Computação com Mecanismos Naturais) e a Computação Cibernética, respectivamente, como uma extensão (especialização) da Computação Robótica. Todas estão contidas nesse conceito mais abrangente ao qual denominamos “Computação Natural”.

A e-Reality pode ser decomposta em níveis que emergem a partir níveis mais simples pela agregação sucessiva de características emergentes. São os seguintes os níveis que podem ser agrupados da seguinte forma:

- Níveis Naturais (Correspondem aos níveis gerados pela própria natureza) e dentro da e-Reality ao que chamamos de Computação Natural:

  1. e-Existence: corresponde ao nível físico da natureza onde a característica emergente básica é a existência;
  2. e-Life: corresponde ao nível biológico da natureza onde a característica emergente básica é a vida. e-Existence e e-Life correspondem ao Mundo 1 de Popper [XXX]; e
  3. e-Inteligence: corresponde ao nível cognitivo da natureza onde a característica emergente básica é a inteligência. Corresponde ao Mundo do Conhecimento Subjetivo, que está “dentro da mente humana” – Mundo 2 de Popper [XXX].

- Níveis da Criação Humana (Corrrespondem aos níveis gerados pelo homem a partir de sua característica emergente diferenciadora a inteligência e dentro da e-Reality ao que chamamos de Computação Pragmática.

  1. e-Knowledge: corresponde ao nível da natureza, criada pelo homem, que denominaremos de Nível do Conhecimento equivalente ao Mundo 3 de Popper [XXX] – Mundo do Conhecimento Objetivo, ou Mundo do Conhecimento que está fora da Mente Humana (Mundo Conhecimento Subjetivo – Mundo 2 de Popper [XXX])
  2. e-Tecnology: corresponde ao nível da natureza, criada pelo homem, que denominaremos de Nível da Tecnologia ou Nível dos Artefatos “criados” pelo homem, estando contido igualmente no Mundo 3 de Popper uma vez que a Tecnologia pode ser vista como um fenômeno emergente do Conhecimento.
  3. e-Business: corresponde ao nível da natureza, criada pelo homem, que denominaremos de Nível dos Negócios, estando contido igualmente no Mundo 3 de Popper uma vez que os Negócios podem ser vistos como um fenômeno emergente da Tecnologia. Não serão levados em consideração, no momento, por simplificação, outros Níveis emergentes a partir do Conhecimento Objetivo, da Tecnologia e dos Negócios.

03
Jan
08

Pintura – A Última Ceia, de Leonardo Da Vinci – Ricardo Noblat: O Globo Online


Pintura – A Última Ceia, de Leonardo Da Vinci – Ricardo Noblat: O Globo Online: “‘A Última Ceia’ (1495-8) é uma célebre pintura do artista italiano Leonardo Da Vinci. Representa a cena da última ceia de Jesus com os apóstolos antes de ser preso e crucificado. Nesta pintura, que está baseada em João 13:21, Jesus anuncia aos doze discípulos que alguém, entre eles, o trairia.
Ao centro, o Cristo é representado com os braços abertos, em um gesto de resignação tranqüila, formando o eixo central da composição. São representadas as figuras dos discípulos em um ambiente que, do ponto de vista de perspectiva, é exato. Da direita para a esquerda se encontram respectivamente Simão (o Zelote), Tadeu, Mateus, Filipe, Tiago (o Maior), Tomé, João, Judas, Pedro, André, Tiago (o Menor) e Bartolomeu.
A Última Ceia de Da Vinci é uma das obras mais conhecidas e estimadas do mundo. Mas, ao contrário de muitas outras valiosas pinturas, nunca foi possuída particularmente porque está pintada sobre a parede do refeitorio do convento de Santa Maria delle Grazie em Milão.
Conheça aqui um pouco mais sobre o trabalho de da Vinci.”

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Jan
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Vídeo – John Lenon canta Imagine

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Pintura – A montanha de Saint Victoire, de Paul Cézanne – Ricardo Noblat: O Globo Online

Pintura – A montanha de Saint Victoire, de Paul Cézanne – Ricardo Noblat: O Globo Online: “‘A montanha de Saint Victoire’ (1904-6) é uma das mais famosas telas do pintor Paul Cézanne. Saint Victoire, que ficava perto de sua casa, exerceu grande atração no artista. Ele a representou em torno de 60 vezes, por diversos ângulos, entre desenhos e pinturas.
A pintura de Cézanne é uma elaboração bastante consciente. Aqui, o artista edificou a paisagem de forma arquitetônica. Aplicou a tinta em pequenas partes que se encontram em amplas áreas de cor, e elas constroem as figuras e estruturam a composição.
Cada parte tem uma função na composição, por exemplo, a profundidade é sugerida pelas variações tonais e de cor. O mesmo ocorre com as formas. A montanha distingue-se e descola-se do céu graças às diferenças entre os azuis. À frente dela, abre-se uma superfície na qual, ao mesmo tempo em que a cor mostra-se fragmentada, o colorido integra-se em um todo plenamente articulado. No céu, chega um pouco do verde da vegetação, e os seus cinzas e azuis espalham-se pela montanha.
Conheça um pouco mais sobre a obra de Cézanne aqui”
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Jan
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Pavarotti, tenor italiano que morreu em setembro, canta "Ave-Maria", de Shubert.

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Pintura – A Leiteira , de Johannes Vermeer – Ricardo Noblat: O Globo Online

Pintura – A Leiteira , de Johannes Vermeer – Ricardo Noblat: O Globo Online: “‘A Leiteira’ (1658-60) é uma das mais importantes obras do pintor holandês Johannes Vermeer. Nela, Vermeer retrata um instante do cotidiano de trabalho de uma camponesa em seu ambiente próprio. A cena é comum e a clara quietude do ambiente é o elemento responsável por dar vida a tudo que nele encontramos.
A camponesa está absorta em sua tarefa que, certamente, é diária. A intimidade da rotina é revelada pela tranqüilidade com que a ação acontece. Inexiste qualquer elemento dinâmico na composição. A camponesa é uma figura serena, segurando delicadamente uma jarra com leite. A luz chega pela janela e banha todo o ambiente, estendendo um brilho ao conjunto.
Nesta pintura, Vermeer usa empastes densos, com a tinta espessa e granulosa e a técnica do pontilhado (pequenos pontos de cor). A perspectiva interior é bem desenhada em sua geometria, assim como a dos objetos, revelando uma nítida organização espacial bem elaborada no encontro das formas. A mesa, os pães, as cerâmicas e a mulher compõem um conjunto harmônico, nas cores e nas formas.
Saiba mais sobre Vermeer e sua obra aqui”
03
Jan
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Vídeo – Procol Harun canta Whiter Shade of Pale